Apresentação

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Pesquisa na Web

sábado, 17 de março de 2012

O papel da Escola na Inclusão


Inclusão – O Papel da Escola

ü  Deve permitir que a Inclusão aconteça dentro de seu ambiente(na verdade, pela Lei, ela não pode negar a matrícula de um alunocom necessidade especial, nem convidar ao mesmo que procure uma escola mais adequada para o seu 'problema'!);
ü  Deve estar aberta a sugestões e reuniões;
ü  Deve mediar situações entre os pais, professores e equipe multidisciplinar da criança com necessidade especial;
ü  Deve favorecer a acessibilidade a todos;
ü  Deve permitir a entrada e permanência do A.T. (Acompanhante Terapêutico) em todas as aulas e ambientes que o aluno frequentar, inclusive em Apresentações e Passeios;
ü  Deve estabelecer aos pais, ao aluno especial e ao seu acompanhante, as Regras da Escola;
ü  Deve combater o Bulling;
ü  Deve promover palestras, cursos e acesso à literatura, para constante atualização de seus profissionais;
ü  Deve se comprometer com a questão da Inclusão que acontece dentro do seu ambiente.

Luciana Romano
Psicóloga

Revista Autismo - Dia Mundial de Conscientização do Autismo 2012

Revista Autismo - Dia Mundial de Conscientização do Autismo 2012

Se você quer participar do Dia Mundial e Conscientização do Autismo e não sabe como, clique no link acima e veja onde há um evento na sua cidade ou estado!
Vamos juntos levantar esta bandeira!

quarta-feira, 14 de março de 2012

Histórico


Burrhus Frederic Skinner(1904-1990) foi um autor e psicólogo.
Conduziu trabalhos pioneiros em Psicologia Experimental e foi o precursor do Behaviorismo Radical, abordagem que busca entender o comportamento em função das inter-relações entre a filogenética, o ambiente (cultura) e a história de vida do indivíduo.
A base do trabalho de Skinner refere-se à compreensão do comportamento humano através do Comportamento Operante (Skinner dizia que o seu interesse era em compreender o comportamento humano e não manipulá-lo).
Um de seus estudos mais importantes refere-se ao Comportamento Verbal humano e à Aprendizagem.

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ATENDIMENTO EM TODO O BRASIL

ABA



O QUE É ABA?


Desde 2006 venho estudando e me aprofundando na Análise Aplicada do Comportamento.

Vemos constantemente um erro ao denominarmos a ABA como um método ou técnica para lidar com crianças Autistas.

ABA nada mais é do que a abreviação da sigla Applied Behavior Analysis, que quer dizer: Análise Aplicada do Comportamento.
Ela é uma linha teórica dentro da Psicologia, assim como a Psicanálise, ou a linha Humanista. Seu precursor foi B.F.Skinner (para saber mais clique em Skinner, no Menu do Blog)




Portanto, ABA é Ciência e pode ser constatada em TODOS os ambientes: escolar, empresarial, profissional, no consultório ou no dia a dia das pessoas.

Através de estudos em laboratório, desenvolvem-se teorias, as quais são aplicadas no cotidiano.

A ABA está alicerçada no tripé de Pesquisa: Teórica, Aplicada e Básica.

A Teórica, contempla aspectos conceituais e históricos da ABA.

A Pesquisa Aplicada tem como objetivo gerar conhecimentos para aplicação prática a fim de solucionar problemas específicos. É realizada com objetivo de obter conhecimento que será usado a curto ou médio prazo. É realizada ou para determinar os possíveis usos para as descobertas da pesquisa básica ou para definir novos métodos ou maneiras de alcançar um certo objetivo específico e pré-determinado. tem o objetivo de aplicar o conhecimento produzindo algum benefício em prol da sociedade. Busca patentes.

A Pesquisa Básica tem o objetivo de produzir conhecimentos novos, para o avanço da Ciência sem aplicação prática prevista. É feita para aumentar o conhecimento sobre algum assunto, sem que se tenha na pesquisa uma aplicação imediata. Aplica o conhecimento pelo conhecimento. Busca o conhecimento para a difusão deste na comunidade.

Por esses aspectos podemos concluir que a Análise Aplicada do Comportamento pode ser utilizada em diversos âmbitos. Ela considera as contingências em que o indivíduo está inserido e a forma como as consequências desse ambiente retroagem sobre o sujeito, além dos apectos que eliciam seus comportamentos.

Assim, desmistificamos o mito de que ABA só pode ser usada com crianças Autistas. Ela pode e deve estar presente na vida das pessoas e é grande aliada no consultório, quando pensamos em crianças com problemas comportamentais na escola, em casa, no clube, na aula de inglês, etc.

Além disso, pode auxiliar no tratamento de doenças psiquiátricas, tais como: Depressão, Ansiedade, Estresse, Síndrome do Pânico, Trantorno Obsessivo Compulsivo, Transtorno Afetivo Bipolar, Transtornos de Personalidade, Esquizofrenia, Transtornos Alimentares, Transtornos do Desenvolvimento (entre eles o Autismo, Síndrome de Asperger, Rett), Déficits Cognitivos, Déficits de Atenção, Hiperatividade, Síndrome de Down, Paralisia Cerebral, além de auxiliar muito no tratamento de Dependentes Químicos e Alcoólicos.

Luciana Romano
Psicóloga Comportamental